RJ vacina pessoas com síndrome de Down, autismo e paralisia cerebral

Grupo será atendido, a partir desta quarta (28), no Estádio Célio de Barros, no Maracanã. Agendamento deve ser feito pela internet

O Estado do Rio inicia, nesta quarta-feira (28), a vacinação contra covid-19 de pessoas com mais de 18 anos que tenham autismo, paralisia cerebral ou síndrome de Down na capital fluminense. 

A imunização exclusiva para o grupo ocorre no Estádio de Atletismo Célio de Barros, no Maracanã, zona norte do Rio, no sistema drive-thru de segunda a sexta, das 9h às 16h. O posto tem capacidade para atender 200 pessoas por dia. 

É necessário fazer um agendamento prévio pelo site Vacinação Covid-19. Com dia e hora marcados, o paciente receberá a primeira dose e terá a segunda agendada automaticamente após a vacinação. A data será informada por mensagem SMS no celular cadastrado.

O secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Chaves, afirmou que a vacinação desse grupo na cidade do Rio é um “projeto-piloto” e poderá ser disponibilizado nas outras regiões do Estado.

Vacinação na capital

Também nesta quarta (28), a Prefeitura do Rio vacina contra covid-19 mulheres com 58 anos dos grupos prioritários e profissionais de saúde com 42 anos, além de gestantes com comorbidades. Também está confirmada a aplicação da segunda dose.
O município definiu que integram os grupos prioritários pessoas com deficiência permanente, indivíduos com comorbidades, trabalhadores da saúde, educação e serviços de limpeza urbana, além de guardas municipais, motoristas e cobradores de ônibus e transporte escolar.Entre as comorbidades estão diabetes mellitus, hipertensão grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, câncer e obesidade grave, entre outras. Para receber a vacina é necessário apresentar as três últimas prescrições ou receitas, atestados, recomendação médica que comprove a comorbidade.  

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Papa pede que países compartilhem vacinas contra coronavírus em mensagem de Natal

Francisco enfatizou que a saúde é uma questão internacional e pediu vacina para todos.

O Papa Francisco pediu em sua mensagem de Natal nesta sexta-feira (25) que as nações compartilhassem as vacinas contra Covid-19. Ele disse que a pandemia não conhece fronteiras e que as nações não podem construir muros.

Em um sinal dos tempos, Francisco entregou sua mensagem tradicional “Urbi et Orbi” (Para a cidade e para o mundo) de um púlpito dentro do Vaticano, em vez de fazer o pronunciamento da varanda central da Basílica de São Pedro diante de dezenas de milhares de pessoas.

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Maia sugere restrições para quem não se vacinar contra coronavírus

Presidente da Câmara dos Deputados fala em restringir acesso a equipamentos públicos.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sugeriu impor restrições a quem se negar a tomar a vacina contra a covid-19. A proposta seria formulada entre Congresso Nacional e o governo federal, sendo aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Acho que seria bom que os poderes Executivo e Legislativo chegassem a um caminho sobre este tema. Para que ele não fique sem solução e o Poder Judiciário tenha que resolver e, depois, fiquem todos reclamando que o Judiciário o resolveu”, declarou Maia ao participar de uma live realizada pelo jornal Valor.

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Blocos e escolas de samba decidem que não vai ter Carnaval no Rio em fevereiro

Ainda não há definição de datas para o evento, que só deve ocorrer depois da vacina contra a Covid-19

As escolas de samba e os blocos de rua do Rio de Janeiro decidiram que não vai haver Carnaval em fevereiro de 2020. Quando será? Ainda não se sabe, mas só depois que a vacina contra o novo coronavírus estiver disponível e começar a ser aplicada na população.

A Liesa, liga que reúne as 13 agremiações do grupo especial da Marquês de Sapucaí, definiu o adiamento na noite desta quinta (24). Em julho, um outro encontro acabou sem definição. Já houve cancelamento de desfiles por causa de chuvas, por exemplo, mas é a primeira vez que o evento é postergado nesses moldes.

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Brasil entra em acordo com OMS que deve garantir vacina a 20% da população.

O governo brasileiro confirmou à OMS (Organização Mundial da Saúde) que participará da aliança mundial de vacinas contra a covid-19. Mas irá manter flexibilidade para ajustar seu engajamento com os acordos bilaterais que já fechou com multinacionais do setor farmacêutico.

Brasília se compromete a fazer parte do consórcio internacional da agência, solicitando produtos para imunizar 20% da população do país, mais de 40 milhões de pessoas. A OMS havia permitido que governos solicitassem doses para cobrir até 50% de sua população.

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