Brasil evita se opor a Israel na ONU e não apoia investigação sobre ataques a Gaza

O Conselho de Direitos Humanos da ONU iniciou uma investigação contra Israel por supostos crimes em Gaza; Brasil não apoiou a medida.

O Conselho de Direitos Humanos da ONU concordou na quinta-feira (27) em iniciar uma investigação internacional contra Israel por supostos crimes cometidos durante os 11 dias de conflito com o grupo terrorista Hamas.

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Países barram entrada na ONU de evangélicos próximos a Damares.

Juristas evangélicos do Brasil não conseguem obter um status consultivo na ONU (Organização das Nações Unidas), o que permitiria que o grupo pudesse discursar em reuniões oficiais, organizar debates e até submeter informes em diferentes organismos. Uma decisão sobre o pedido de acesso à organização foi adiada depois que países cobraram esclarecimentos sobre a relação entre a entidade evangélica e o governo de Jair Bolsonaro (sem partido).

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A perigosa jornada de refugiados rohingya que enfrentam o mar em busca de segurança

Grupo é minoria étnica perseguida em Mianmar e foge para países vizinhos para evitar morte e perseguição das autoridades

Acredita-se que mais de 200 refugiados rohingya morreram no mar em 2020 durante perigosas jornadas atrás de uma vida melhor.

Mais de um milhão de membros dessa etnia vivia como minoria no norte de Mianmar, país que passou a persegui-los por não reconhecê-los como cidadãos locais. Os rohingya são muçulmanos e Mianmar é um país de maioria budista.

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Impactos sociais da pandemia serão ainda mais graves em 2021, prevê ONU

Os reflexos já sentidos pela população em relação a pandemia da Covid-19 neste ano podem se agravar em 2021, prevê a ONU. Segundo a Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e Caribe, a previsão é de 231 milhões dos 656 milhões de habitantes da região estarão em situação de pobreza no início de 2021. Esse será o pior patamar desde 2005.

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Apesar da perseguição religiosa, China e Cuba entram no Conselho de Direitos Humanos da ONU

Países envolvidos em em violações da liberdade religiosa, como China, Rússia, Paquistão e Cuba, foram eleitos pela Assembleia Geral das Nações Unidas para o Conselho de Direitos Humanos da ONU, de 47 membros, recebendo críticas de grupos de direitos humanos.

Na última terça-feira (13), a Assembleia Geral de 193 membros elegeu 15 países para servir em seu principal órgão de proteção dos direitos humanos em todo o mundo para os mandatos daquele ano. O conselho não apenas propõe resolução sobre questões de direitos humanos, mas também supervisiona investigações sobre violações da liberdade religiosa.

Entre os países eleitos para o painel estão aqueles incluídos pelo Departamento de Estado dos EUA em sua lista de países de particular preocupação por violações de liberdade religiosa ou em sua “lista especial de observação” de países que praticam ou toleram violações graves de liberdade religiosa.

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Programa Mundial de Alimentos pede ajuda a multimilionários

Organização lançou uma convocatória para arrecadar US$ 6,8 bilhões nos próximos seis meses, mas só recebeu US$ 1,6 bilhão em doações até agora

O Programa Mundial de Alimentos (PMA), reconhecido este ano com o Prêmio Nobel da Paz, fez na sexta-feira (16) um pedido inédito aos multimilionários do mundo, para que ajudem a salvar vidas diante da crise causada pela pandemia do novo coronavírus, que pode levar agravar o problema da fome em dezenas de países.

“Peço aos multimilionários que nos ajudem agora. A humanidade precisa de ajuda agora, e este é um pedido único”, disse o diretor executivo do PMA, David Beasley, em entrevista coletiva virtual nesta sexta-feira, Dia Mundial da Alimentação.

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China, Cuba e Rússia se elegem para Conselho de Direitos Humanos da ONU

Países são acusados de reiteradas violações de direitos humanos e se beneficiaram da ausência de concorrentes; Arábia Saudita ficou de fora

Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas renovou 15 cadeiras nesta terça-feira, 13, admitindo ChinaCuba e Rússia pela primeira vez. A votação, contudo, rejeitou a Arábia Saudita, que também se candidatou. O trio de países ganhou cadeiras apesar dos questionamentos acerca de seus históricos com os direitos humanos.

A votação é organizada por regiões geográficas estabelecidas pelas Nações Unidas. Cuba e Rússia foram vitoriosas concorrendo contra um número insuficiente de adversários em seus grupos regionais.

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Bolsonaro pede combate a ‘cristofobia’ durante discurso na ONU

O presidente Jair Bolsonaro fez o tradicional discurso de abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas na manhã desta terça-feira (22).

Em virtude da pandemia do novo coronavírus, a Abertura da 75ª Assembleia-Geral da ONU está sendo realizada online – inovação que acontece por medidas de segurança.

Bolsonaro iniciou seu discurso lamentando as mortes pela Covid-19, e destacou as ações do governo brasileiro para minimizar os efeitos da pandemia.

Em sua fala, o presidente brasileiro destacou que “a liberdade é o bem maior da humanidade”, citando a liberdade religiosa e a perseguição aos cristãos.

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ONU denuncia crescente envolvimento militar em assuntos públicos no Brasil

A alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, alertou para o crescente envolvimento militar nos assuntos públicos no Brasil. Num discurso de abertura no Conselho de Direitos Humanos da ONU, nesta segunda-feira em Genebra, a chilena ainda denunciou os ataques contra ativistas e jornalistas no país e o desmonte de mecanismos de participação da sociedade civil na formulação de políticas públicas.

Seu discurso listou cerca de 30 países com graves situações de direitos humanos. Além do Brasil, ela atacou a abusos na Venezuela, China, Arábia Saudita, Mianmar, Síria, Belarus, Líbano, EUA, Polônia e outros locais do mundo.

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