Com fé na ciência e na religião, Dimas Covas é o homem por trás da Coronavac no Brasil

Católico, diretor do Butantã recorre a textos de São Tomás de Aquino para manter o equilíbrio; aposta em parceria chinesa veio depois de seus contatos com responsáveis por imunizantes em todo o mundo

Na quarta-feira, 9, o hematologista Dimas Tadeu Covas acordou por volta das 3 e meia da manhã e mergulhou em seu pequeno ritual diário de orações – uma maneira de começar o dia que ele descreve como “o momento em que faço minha reflexão, me examino, defino prioridades, procuro me ligar ao absoluto”. Até aí, nada de novo no front. Sair da cama ainda de madrugada e aproveitar para rezar um pouco – às vezes com a ajuda de um terço, às vezes não – tem sido rotina para ele nesses meses de pandemia.

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Ciência avança na tecnologia de ‘leitura de mente’ e gera preocupações éticas

Cérebros estão conversando com computadores e computadores estão conversando com cérebros: nossos pensamentos estão seguros?

Jack Gallant nunca se propôs a criar uma máquina para ler a mente. O seu objetivo era mais prosaico. Neurocientista computacional da Universidade da Califórnia, em Berkeley, Gallant trabalhou durante anos para melhorar o nosso conhecimento sobre como o cérebro codifica as informações – por exemplo, que região é ativada quando uma pessoa vê um avião ou uma maçã ou um cachorro – e de que maneira esta atividade representa o objeto que está sendo visto.

No final da década de 2000, os cientistas conseguiram determinam que coisa uma pessoa estaria olhando pela maneira como o cérebro se iluminava –por exemplo, um rosto humano ou um gato. Mas Gallant e seus colegas foram mais longe. Eles descobriram como usar o aprendizado da máquina para decifrar não apenas a classe de coisas, mas que imagem exata um sujeito visualizava. (Que foto de um gato, entre três opções dadas).

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Elon Musk: bilionário divulga avanços em seu plano para conectar nossos cérebros a computadores

Em apresentação na sexta, Musk disse que uma de suas empresas faz pesquisas para dar “superpoderes” aos seres humanos.

Imagine poder gravar suas recordações em um computador, diretamente de seu cérebro, e vê-las novamente quando quiser? Ou mesmo “baixá-las” para outro corpo?

Esse é o futuro que o empresário bilionário Elon Musk imagina e que a tecnologia desenvolvida por sua startup de neurociência, a Neuralink, poderia ajudar a tornar realidade, segundo ele.

Musk divulgou uma prévia dos avanços feitos peça empresa na sexta-feira, e chamou a iniciativa de “jornada para capacitar humanos com superpoderes.”

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