Ciência avança na tecnologia de ‘leitura de mente’ e gera preocupações éticas

Cérebros estão conversando com computadores e computadores estão conversando com cérebros: nossos pensamentos estão seguros?

Jack Gallant nunca se propôs a criar uma máquina para ler a mente. O seu objetivo era mais prosaico. Neurocientista computacional da Universidade da Califórnia, em Berkeley, Gallant trabalhou durante anos para melhorar o nosso conhecimento sobre como o cérebro codifica as informações – por exemplo, que região é ativada quando uma pessoa vê um avião ou uma maçã ou um cachorro – e de que maneira esta atividade representa o objeto que está sendo visto.

No final da década de 2000, os cientistas conseguiram determinam que coisa uma pessoa estaria olhando pela maneira como o cérebro se iluminava –por exemplo, um rosto humano ou um gato. Mas Gallant e seus colegas foram mais longe. Eles descobriram como usar o aprendizado da máquina para decifrar não apenas a classe de coisas, mas que imagem exata um sujeito visualizava. (Que foto de um gato, entre três opções dadas).

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