Sisu será aberto em abril e vai usar nota do Enem 2020, diz MEC

Prova foi adiada para janeiro por conta da pandemia do novo coronavírus. Bolsas e financiamentos para universidades particulares usarão notas de provas antigas. O Prouni usará resultado da prova de 2019, enquanto o Fies dará a opção de utilizar a melhor nota desde 2010.

O Ministério da Educação (MEC) informou na sexta-feira (11) que o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), processo seletivo usado por universidades federais e algumas estaduais, será aberto em abril de 2021 para que seja usada a nota do Enem 2020, que será realizado em janeiro do ano que vem.

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Redes de ensino ainda não sabem se terão permissão para aulas remotas em 2021

Governo não homologou resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que permite a extensão do ensino on-line em escolas públicas e privadas, da educação básica e do ensino superior. Documento foi aprovado há quase dois meses, por unanimidade.

A pouco mais de um mês do fim do ano, as redes de ensino públicas e privadas, da educação básica e do ensino superior, ainda não sabem se terão permissão para as aulas remotas em 2021.

O Ministério da Educação (MEC) ainda não homologou a permissão de estender o ensino on-line até dezembro de 2021, conforme havia sido aprovado por unanimidade em outubro pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).

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Ensino remoto pode continuar até dezembro de 2021, diz conselho de educação

Resolução que deve ser aprovada nesta terça-feira permite que calendários escolares atrapalhados pela pandemia possam ser organizados até o ano que vem

O Conselho Nacional de Educação (CNE) deve aprovar nesta terça-feira, 6, uma resolução que permite o ensino remoto nas escolas públicas e particulares do País até 31 de dezembro de 2021. Dessa forma, as redes de ensino podem organizar seus calendários, com reposições de aulas perdidas e avaliações, não apenas até o fim deste ano. O documento, ao qual o Estadão teve acesso, também recomenda que as escolas não deem faltas aos alunos nesse período todo de pandemia.

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Volta às aulas no País e acesso à internet não são temas do MEC, diz ministro

Milton Ribeiro reconhece que a desigualdade se acentua, mas ressalta que escola é de responsabilidade de Estados e municípios

BRASÍLIA – O ministro da Educação, Milton Ribeiro, reconhece que a pandemia do novo coronavírus acentuou a desigualdade educacional no País, mas disse que este “não é um problema do MEC, mas um problema do Brasil.” Em entrevista ao Estadão, afirmou que não é ele quem precisa resolver a falta de acesso à internet de alunos que não conseguem acompanhar aulas online e se exime da responsabilidade sobre a reabertura de escolas. O papel da pasta será repassar recursos e divulgar um protocolo de segurança.

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