Evangélicos têm força crescente de submeter políticos a seus interesses, diz professor referência no tema

Para autor de livro sobre neopentecostais, relação entre o pastor e os fiéis da igreja não é passiva

Anna Virginia BalloussierRIO DE JANEIRO

Evangélicos não vivem em bolhas religiosas, então não há por que insistir na associação imediata entre “rebanho e curral eleitoral”, diz Ricardo Mariano, professor de sociologia da USP.

Fiéis não seguem a orientação pastoral de olhos fechados na hora de votar, mas a identidade religiosa pode falar alto num contexto de lutas identitárias.

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