Há 81 anos, Hitler assinava decreto nazista de extermínio de judeus

Depois que a burocracia alemã do Terceiro Reich executou as medidas de desapropriação e concentração dos judeus, o regime nazista chegou a um ponto crítico. Qualquer passo adiante significaria o fim a existência do judaísmo na Europa ocupada. No jargão nazista, a superação desse limite era descrito como a “solução final da questão dos judeus”.

Na verdade, a expressão “solução final” era um eufemismo para a palavra “morte”. O objetivo era matar todos os judeus e pessoas “não arianas”, que aos olhos dos algozes nazistas eram “indignos de viver”.

Em 1º de setembro de 1939, Adolf Hitler assinou um decreto autorizando os médicos e psiquiatras a concederem o que chamavam de “morte de misericórdia” a doentes incuráveis, deficientes mentais e físicos. Esse programa de “eutanásia” atingia todos os cidadãos judeus na Alemanha.

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Duas pessoas são mortas a tiros em 3ª noite de protestos antirracismo em cidade americana

Ao menos três pessoas foram baleadas, e duas delas morreram, durante uma noite de caos na cidade de Kenosha, no norte dos Estados Unidos, em meio a protestos pelo fim da violência policial e do racismo.

A cidade teve a terceira noite seguida de atos nesta terça (25), após Jacob Blake, um homem negro, ser baleado pelas costas por agentes brancos durante uma abordagem policial no domingo (23).

Blake, 29, sobreviveu, mas ficou paralisado da cintura para baixo, segundo o pai. Ele segue internado.

Na noite de terça, os manifestantes se reuniram perto do tribunal da cidade, onde foi erguida uma barreira de metal para proteger o prédio, e atiraram pedras, fogos de artifício e garrafas de água contra os policiais.

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