A derrocada do PT, um partido que se esfacela nas urnas

Desde a democratização do país, em 1985 o PT não ficava sem eleger pelo menos um prefeito de capital. Dessa vez ficou, correndo o risco de se tornar mero figurante na cena política nacional

O segundo turno das eleições municipais marca a quase aniquilação do Partido dos Trabalhores da cena política brasileira, numa derrocada, que como diria seu líder maior, o ex-presidente Lula, “nunca vista antes na história desse país”. Lula gostava de pontuar com essa frase, de forma gongórica, os feitos dos seus dois governos e exaltar realizações que ele considerava marcadas pelo inedetismo e pela ousadia petista. Mas nunca foi bem assim. Nocauteado por vergonhosos escândalos de corrupção, como da Lava Jato que levou Lula a prisão, o PT apanhou feio das urnas e não tem nada para celebrar.

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Eleições 2020: propaganda eleitoral no rádio e na TV começa nesta sexta-feira; veja regras

Serão dois blocos de 10 minutos cada um no rádio e na TV, além de 70 minutos de inserções diárias na programação, até 12 de novembro. Eleições serão em 15 de novembro.

A propaganda eleitoral gratuita dos candidatos a prefeito começa nesta sexta-feira (9) no rádio e na televisão . No primeiro turno das eleições municipais de 2020, a veiculação vai até 12 de novembro. O primeiro turno das eleições ocorre em 15 de novembro.

Serão dois blocos de 10 minutos cada um, nos seguintes horários:

  • Rádio: das 7h às 7h10 e de 12h às 12h10;
  • TV: das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.

A propaganda eleitoral gratuita será apenas para os candidatos a prefeito e irá ao ar de segunda a sábado.

Além do horário eleitoral gratuito, as emissoras tiveram que reservar 70 minutos por dia para inserções de candidatos a prefeito (60% do total, ou 42 minutos diários) e a vereador (40%, ou 28 minutos). A exibição será das 5h à 0h.

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Eleições 2020: Assembleia de Deus proíbe apoio de pastores a candidatos

Em comunicado interno divulgado na última quinta-feira (1º), o pastor Silas Paulo de Souza, presidente recém-eleito da igreja Assembleia de Deus, em Mato Grosso, proibiu os pastores de setor, de sub-congregações, líderes de departamento e membros que exerçam cargos na igreja, de se envolverem em campanhas políticas na eleição de novembro.

O documento ainda diz que o membro da igreja que quiser manifestar apoio a qualquer candidato que seja poderá perder o cargo e que, caso insista, terá que abandonar a função dentro da Assembleia de Deus.
 
O comunicado também deixa claro que os membros que se lançaram candidatos a eleição e que exercem função dentro da administração da igreja, precisará entregar o cargo, assim como os que desejam apenas apoiar candidaturas.
 
A Assembleia de Deus é hoje a maior igreja evangélica do Estado e conta com aproximadamente 400 mil fiéis.
 
A determinação chamou a atenção pelo fato de que nos últimos anos eletivos, a igreja teve vários membros candidatos, que inclusive foram eleitos como o ex-deputado federal Victório Galli (Patriota), o deputado estadual Sebastião Rezende (PSC).
 
A mudança ocorre logo após a morte do pastor Sebastião Rodrigues de Souza, tio do pastor Silas de Souza e antigo presidente da Assembleia de Deus que no mês de junho deste ano faleceu vítima do Covid-19.
 
Líder da igreja por mais de 50 anos, pastor Sebastião era avô do vereador Abílio Junior (Podemos), que neste ano se candidatou à prefeito de Cuiabá.
 
A assessoria de imprensa da Assembleia de Deus em Cuiabá, que preferiu não comentar o assunto.

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Eleições 2020: prazo para registro de candidaturas termina neste sábado; campanha nas ruas começa no domingo

A partir de domingo (27), candidatos já poderão fazer comícios, carreatas e propaganda na internet. Horário eleitoral na TV e no rádio só começa no dia 9 de outubro

O prazo para partidos apresentarem o pedido de registro das candidaturas nas eleições de 2020 termina às 19h deste sábado (26). No dia seguinte, domingo (27), começa o período da campanha eleitoral nas ruas. Até as 20h24 de sexta-feira (25), havia 443 mil candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador já registrados, segundo a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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