Como lidar com a “cristofobia”?

Em seu discurso na ONU, no dia 22 de setembro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro fez um apelo ao mundo contra a “cristofobia”. O termo é usado popularmente para indicar situações onde há perseguições a pessoas que afirmam ser seguidoras de Jesus. A Missão Portas Abertas tem documentado este fenômeno e mantém uma lista atualizada de países onde cristãos são sistematicamente perseguidos por sua fé. No Brasil não existe “cristofobia” instituída; temos no máximo um mal-estar com relação a cristãos em determinados círculos. Especialmente entre setores ditos progressivos, há uma rejeição sistemática à fé cristã. Basta ver as críticas feitas a assessores e ministros nomeados pelo atual governo, onde a queixa principal é sua filiação religiosa. Parte da resistência vem de fatos envolvendo líderes evangélicos, que, embora potencializados pela mídia, seriam reprovados pela ampla maioria do povo de Deus. Realmente há alguns que, dizendo-se irmãos (talvez sejam, talvez não…), dão um péssimo testemunho do que significa seguir a Jesus. No entanto, por que – enquanto cristãos – temos uma reação assim? Por que nos chocamos e nos surpreendemos com o fato de haver resistência a nós e à nossa fé?

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