CNBB diz que comentário do Papa sobre união gay demonstra ‘humanidade’, mas não altera conceito católico de família

Em documentário, Papa disse que ‘pessoas homossexuais têm direito de estar em uma família’. Entidade afirmou, em nota, que comentário ‘não muda em nada do ponto de vista doutrinal ou dogmático’.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se manifestou, nesta quinta-feira (22), sobre os comentários do Papa Francisco defendendo uniões civis homossexuais. Segundo a entidade, a fala demonstra “humanidade”, mas “não muda em nada do ponto de vista doutrinal ou dogmático sobre a família”. Segundo a igreja, o matrimônio só pode ocorrer entre homem e mulher.

Os comentários do Papa foram feitos em um documentário e vieram a público na quarta (21). No filme, ele disse que “pessoas homossexuais têm direito de estar em uma família” e defendeu a criação de leis de união civil para garantir o direito dos casais homoafetivos.

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Igreja de R. R. Soares se livra de cobrança de R$ 37 milhões da União

Entre as instituições religiosas que constam como devedoras ativas da União na lista da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), a Igreja Internacional da Graça de Deus aparece como a terceira maior inadimplente.

Fundada em 1980, é comandada pelo Missionário R. R. Soares, pai do deputado federal David Soares (DEM-SP), autor da emenda que dá perdão tributário a esse tipo de instituição – e que foi parcialmente vetada por Bolsonaro.

Toda a dívida do CNPJ da Igreja com a União, de R$ 37,8 milhões, está vinculada a contribuições previdenciárias, que deixarão definitivamente de ser cobradas de entidades religiosas a partir desta segunda-feira (14), com a sanção da nova lei.

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Bispo da CNBB reafirma posição contra aborto: ‘Somos pela vida’

Secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bispo dom Joel Portella Amado, reafirmou posição contra aborto. O tema voltou ao debate após o caso da menina de 10 anos que foi estuprada pelo tio e engravidou. O procedimento para interrupção da gestação foi realizado no Recife após recusa de um hospital no Espírito Santo, onde ocorreu o crime.  

Qual é a posição da Igreja Católica, pela sua CNBB, neste caso da criança que foi abusada e agora submetida a uma cirurgia de aborto, com decisão judicial?

Como já expressado várias vezes, a Igreja lamenta profundamente todo o ocorrido. A Igreja é sempre a favor da vida e não pode aprovar forma alguma de violência.

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