Igreja Deus é Amor se pronuncia sobre pastor que agrediu esposa ao vivo

A Igreja Pentecostal Deus é Amor publicou um comunicado oficial acerca do pastor que agrediu verbalmente a esposa durante uma live. Pelas redes sociais, a igreja reforçou o absoluto repúdio à violência doméstica e contra as mulheres e ainda publicou um vídeo gravado pelo pastor-presidente do conselho executivo, Roberto Marena.

“Qualquer tipo de violência, principalmente no âmbito doméstico, é totalmente contrária aos princípios cristãos e aos ensinamentos apregoados na Bíblia Sagrada, nossa base de fé. Devemos nos lembrar que violência doméstica não é apenas pecado, é também um crime! Como cristãos devemos combater atitudes como essa de forma muito enérgica”, declarou o pastor.

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Freira, pastora e doutora: quem são as cristãs a favor do aborto no Brasil

O caso da menina de dez anos que engravidou após ser estuprada e teve de enfrentar uma jornada, do Espírito Santo ao Recife, para conseguir interromper a gestação levou dois grupos a protestar na frente do hospital onde o procedimento legal aconteceu.

De um lado, estavam os ditos religiosos, que se manifestavam contra o aborto. Do outro, um grupo mais “secular” defendia que a menina tivesse a gravidez interrompida como lhe era de direito.

A polarização da cena, no entanto, esconde um lado mais cheio de nuances do debate: o das mulheres que, mesmo ligadas a grupos religiosos e desempenhando funções de destaque em suas igrejas, apoiam o direito ao aborto.

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Bispo da CNBB reafirma posição contra aborto: ‘Somos pela vida’

Secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bispo dom Joel Portella Amado, reafirmou posição contra aborto. O tema voltou ao debate após o caso da menina de 10 anos que foi estuprada pelo tio e engravidou. O procedimento para interrupção da gestação foi realizado no Recife após recusa de um hospital no Espírito Santo, onde ocorreu o crime.  

Qual é a posição da Igreja Católica, pela sua CNBB, neste caso da criança que foi abusada e agora submetida a uma cirurgia de aborto, com decisão judicial?

Como já expressado várias vezes, a Igreja lamenta profundamente todo o ocorrido. A Igreja é sempre a favor da vida e não pode aprovar forma alguma de violência.

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‘Vamos vencer essa batalha na oração’, diz Flordelis em áudio para fiéis

A pastora e deputada federal Flordelis dos Santos, acusada de ser a mandante da morte de seu marido, o pastor Anderson do Carmo enviou um áudio para frequentadores de sua igreja em Piratininga, Niterói, na última terça-feira.

Na gravação, a qual o GLOBO teve acesso, a parlamentar convoca os fiéis para o culto que aconteceria naquele dia e defende seu filho afetivo, o pastor Carlos, que foi preso na segunda-feira acusado de envolvimento no assassinato de Anderson.

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Menina de 10 anos terá nova identidade após realizar aborto legal.

A família da menina de 10 anos, estuprada por quatro anos e que passou por um aborto autorizado pela Justiça, decidiu que ela vai mudar de nome. Além de receber uma nova identidade, a criança mudará de endereço, não retornando mais para a cidade de São Mateus (ES), a 220 km de Vitória, onde morava e também onde ocorreram os abusos. Um tio da garota está preso suspeito de cometer o crime.

A informação foi confirmada a Universa por pessoas com alto trânsito no governo estadual. Além da nova identidade, ela também terá o aluguel pago do imóvel onde ficará. À família da criança, foram oferecidos dois programas que compõem o Sistema Estadual de Proteção a Pessoas Ameaçada: o Provita (Programa de Apoio e Proteção às Testemunhas, Vítimas e Familiares de Vítimas da Violência) e o PPCAAM (Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte).

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Registro de violência doméstica cai na quarentena, mas mais mulheres morrem.

Desde o início da quarentena, órgãos internacionais de proteção de mulheres alertam para o aumento de casos de violência doméstica em todo o mundo. Segundo a ONU Mulheres, foi relatado que, na China, primeiro país impactado pela pandemia, o número de casos triplicou. O aviso foi de que a situação se repetir em outros lugares que implementassem o isolamento social para conter a disseminação do coronavírus.

No Brasil, esse cenário parece ser ainda mais preocupante. Um novo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, obtido com exclusividade por Universa, mostra que, à medida que a quarentena avançava, os registros policiais de lesão corporal dolosa no contexto de violência doméstica caíram significativamente, sugerindo que as vítimas não estão conseguindo pedir ajuda. Em contrapartida, o número de mulheres assassinadas aumentou: foram 2,2% de feminicídios a mais do que no mesmo período do ano passado, passando de 185 para 189 mulheres assassinadas. O estudo foi feito entre março e maio de 2020, com base em registros de ocorrência enviados ao Fórum por 12 estados brasileiros.

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