Queixas contra crédito consignado crescem 60% durante pandemia

Após a flexibilização das regras por causa dos efeitos na economia, foram registradas 1.760 reclamações no primeiro semestre deste ano

As reclamações sobre crédito consignado aumentaram 60% durante a pandemia de coronavírus. Ao mesmo tempo, concessões de empréstimos consignados a beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que tem juro mais baixo do mercado e desconto direto da folha de pagamento, registrou crescimento de 25%. 

Segundo o Procon de São Paulo, de janeiro a junho deste ano, foram registradas 1.760 reclamações, enquanto que no mesmo período do ano passado o número era de 1.190. Já o valor total de novas operações contratadas por aposentados e pensionistas passou de R$ 37 bilhões, em 2019, para R$ 46,1 bilhões, neste ano, de acordo com o boletim mensal de Estatísticas Monetárias e de Crédito do Banco Central.

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Jesus aboliu o dízimo?

Para entendermos o dízimo, temos que voltar ao início. Há uma regra na formulação de conceitos doutrinários que se chama “a lei da primeira referência”. Essa lei simplesmente afirma que, para compreender uma doutrina, uma palavra ou um conceito bíblico, temos que prestar atenção especial à primeira vez que ela aparece nas Escrituras. No tocante ao assunto de ofertas, temos que entender que a primeira referência bíblica sobre o tema se acha na primeira referência bíblica do culto a Deus. Os dois conceitos estão ligados. Abel e Caim cultuaram a Deus trazendo-lhe ofertas. No caso de Caim, a oferta foi da sobra da sua colheita. No caso de Abel, a oferta representou as primícias. Primícias são a primeira e melhor parte da nossa renda, do nosso lucro, por assim dizer. Culto a Deus envolve, portanto, uma entrega de algo que materialmente nos pertence. É um gesto de gratidão, de reconhecimento do fato de que tudo provém de Deus e, em última análise, pertence a Deus.

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Substituto do PIS/Cofins pode elevar renda anual do brasileiro em R$ 345

Projeto de criação da CBS é a primeira fase da reforma tributária do governo e foi enviada na semana passada ao Congresso

A SPE (Secretaria de Política Econômica) do Ministério da Economia calcula que a proposta de reforma tributária do governo federal enviada ao Congresso permitirá um aumento de renda entre R$ 173 e R$ 345 por brasileiro por ano. A estimativa consta em estudo divulgado nesta quinta-feira (30) em defesa na criação da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviço), tributo que unifica PIS e Cofins, com alíquota de 12%.

O projeto de criação da CBS é a primeira fase da reforma tributária do governo e foi enviada na semana passada ao Congresso. De acordo com o estudo da SPE, a reforma poderia acrescentar até 373 mil vagas ao mercado de trabalho ao simplificar o pagamento pelas empresas desses tributos.

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