Bispo da CNBB reafirma posição contra aborto: ‘Somos pela vida’

Secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bispo dom Joel Portella Amado, reafirmou posição contra aborto. O tema voltou ao debate após o caso da menina de 10 anos que foi estuprada pelo tio e engravidou. O procedimento para interrupção da gestação foi realizado no Recife após recusa de um hospital no Espírito Santo, onde ocorreu o crime.  

Qual é a posição da Igreja Católica, pela sua CNBB, neste caso da criança que foi abusada e agora submetida a uma cirurgia de aborto, com decisão judicial?

Como já expressado várias vezes, a Igreja lamenta profundamente todo o ocorrido. A Igreja é sempre a favor da vida e não pode aprovar forma alguma de violência.

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Menina de 10 anos terá nova identidade após realizar aborto legal.

A família da menina de 10 anos, estuprada por quatro anos e que passou por um aborto autorizado pela Justiça, decidiu que ela vai mudar de nome. Além de receber uma nova identidade, a criança mudará de endereço, não retornando mais para a cidade de São Mateus (ES), a 220 km de Vitória, onde morava e também onde ocorreram os abusos. Um tio da garota está preso suspeito de cometer o crime.

A informação foi confirmada a Universa por pessoas com alto trânsito no governo estadual. Além da nova identidade, ela também terá o aluguel pago do imóvel onde ficará. À família da criança, foram oferecidos dois programas que compõem o Sistema Estadual de Proteção a Pessoas Ameaçada: o Provita (Programa de Apoio e Proteção às Testemunhas, Vítimas e Familiares de Vítimas da Violência) e o PPCAAM (Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte).

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Arcebispo de Recife diz que aborto causou ‘morte de menina de 5 meses’

Arcebispo de Recife diz que aborto cO Arcebispo de Olinda e Recife, dom Antonio Fernando Saburido, criticou o procedimento realizado hoje na menina de dez anos que estava grávida, vítima de estupro, e que precisou vir ao Recife para retirada do feto no Cisam (Centro Integrado Amaury de Medeiros), da Universidade de Pernambuco).

A arquidiocese de Olinda e Recife fez publicações contra a realização de aborto após a chegada da menina trazida, e o arcebispo dom Antônio Fernando Saburido gravou dois vídeos criticando a realização do procedimento. Em um deles, divulgado hoje, Saburido afirma que o caso “terminou com a morte da menina de cinco meses” e classificou como “gravíssimo” o procedimento de interrupção da gestação.

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Projeto de lei sobre aborto pode impedir atuação de grupos pró-vida, na Nova Zelândia

Um projeto de lei na Nova Zelândia ameaça impedir que ativistas pró-vida falem com mulheres fora das clínicas de aborto no país, poucos meses depois que os parlamentares rejeitaram a ideia.

Os parlamentares da Nova Zelândia introduziram a lei de aborto mais extrema do mundo depois que a Legislação do Aborto foi aprovada no país. Agora o aborto é permitido até o nascimento e por qualquer motivo.

Mas é proposta uma nova legislação que vai ainda mais longe, permitindo a criação de “zonas tampão”. Os defensores da vida temem que isso “negue às mulheres apoio prático e emocional fora das clínicas de aborto”.

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