“EU NÃO MATEI E NEM MANDEI MATAR”, DIZ FLORDELIS EM ENTREVISTA EXCLUSIVA AO SBT

Em entrevista a Roberto Cabrini, a primeira desde que foi indiciada pelo assassinato do pastor Anderson do Carmo, a deputada federal Flordelis negou participação no crime e disse que terá sua inocência provada.

“Eu não matei, eu não fiz isso que estão me acusando. Eu não fiz. Não é real, não é verdade. É uma injustiça”, declarou a parlamentar. 

Cabrini destacou então que, com o andamento do inquérito, Flordelis só não foi presa devido ao mandato na Câmara dos Deputados, o que lhe concede imunidade parlamentar, e questionou: “A senhora tem consciência que deve perder a sua imunidade parlamentar, e isso significa que a senhora pode ser presa. A senhora está preparada para ser presa?”

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‘Vamos vencer essa batalha na oração’, diz Flordelis em áudio para fiéis

A pastora e deputada federal Flordelis dos Santos, acusada de ser a mandante da morte de seu marido, o pastor Anderson do Carmo enviou um áudio para frequentadores de sua igreja em Piratininga, Niterói, na última terça-feira.

Na gravação, a qual o GLOBO teve acesso, a parlamentar convoca os fiéis para o culto que aconteceria naquele dia e defende seu filho afetivo, o pastor Carlos, que foi preso na segunda-feira acusado de envolvimento no assassinato de Anderson.

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Melhor viúva que divorciada: Flordelis e o preço da ética fundamentalista

“Separar dele não posso, porque ia escandalizar o nome de Deus”. Esta é uma das mais marcantes frases da pastora e deputada federal Flordelis, nas mensagens ouvidas pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), que indica que a pastora arquitetou o plano de assassinato de seu marido Anderson do Carmo.

É possível que, para muitos, a frase soe apenas como uma forte demonstração de hipocrisia. Provavelmente é isto também. Mas ela também nos ajuda a pensar como este universo religioso fundamentalista relativiza a vida em nome de aparências e rigor moral impraticável, que arrasta em torno de si sofrimento, violência e desigualdades.

Com fundamentalismo, no caso evangélico, eu estou me referindo a esta relação com os textos bíblicos que os tomam como verdade absoluta não apenas para si, mas para todo mundo, o que faz com que estas verdades sejam impostas aos outros; ao rigor moral que é insensível a contextos e complexidades da vida; e à presunção de manter uma vida pública sem erros, para sustentar uma superioridade moral pública perante as pessoas e, evidentemente, poder julgá-las.

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Cristãos e o poder: equilíbrio possível?

Instituto Brasileiro de Direito e Religião lança a 2ª Jornada Virtual de Estudos em Direito e Religião

A pergunta que R.C. Sproul fez para o Pr. Francis Schaeffer é ideal para explicar o cenário que a civilização ocidental vive e indica qual deveria ser a nossa maior preocupação: Sproul – Dr. Schaeffer, qual a sua maior preocupação para o futuro da Igreja na América? Scheffer – O estatismo.

A doutrina que coloca o Estado como messias está cada vez mais forte em nosso século. Tanto as Igrejas de Tradição Reformada, Igrejas Protestantes e a Igreja Católica Apostólica Romana já alertavam sobre isso, desde as suas fundações.

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