EDUCAÇÃO – Joia do Cristão Baiano

Assassino pagou para alunos mostrarem quem era o professor que foi decapitado na França, diz promotor

Promotor contra terrorismo afirmou que adolescentes de 14 e 15 anos estão entre as 7 pessoas acusadas pela morte de Samuel Paty. Veja quem são os outros denunciados.

O jovem de 18 anos que assassinou o professor francês Samuel Paty pagou alunos para ajudá-lo a identificar a vítima, afirmou o promotor contra terrorismo da França nesta quarta-feira (21).

Samuel Paty foi atacado e decapitado na sexta-feira (16), nos arredores de Paris, após exibir uma charge do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão. Os muçulmanos acreditam que qualquer caracterização do profeta é uma blasfêmia.

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Após ataque a professor, autoridades da França fecham mesquita perto de Paris

Samuel Paty foi decapitado após mostrar caricaturas do profeta Maomé em sala de aula

PARIS – As autoridades francesas fecharam nesta segunda-feira, 19, uma mesquita em Paris como parte da “guerra contra os inimigos da República”, três dias após a decapitação do professor Samuel Paty.

A mesquita fechada, Pantin, fica no noroeste do país. O ministro do Interior, Gérald Darmanin, disse que o templo havia compartilhado um vídeo denunciando as aulas do professor em sua página oficial no Facebook. O diretor da mesquita também havia escrito na rede social que “este professor deveria ser intimidado”, fornecendo “o endereço da escola”.

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Polícia francesa prende 4 pelo assassinato de professor de História

Vítima, decapitada pelo agressor, tinha mostrado aos alunos caricaturas do profeta Maomé numa aula sobre liberdade de imprensa.

Os detidos, inclusive um menor de idade, fazem parte do círculo familiar do agressor, morto a tiros em Eragny, cidade vizinha a Conflans-Sainte-Hororine, local do crime, disse a polícia. Os investigadores chegaram a eles ao fazer buscas pesquisar a identidade do assassino, que não teve o nome confirmado. A Procuradoria Nacional Antiterrorista, criada no ano passado, abriu investigação por “assassinato relacionado à atividade terrorista”.

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Escola cancela orações em cerimônias de formatura após reclamação de grupo ateu

Um distrito escolar no estado de Kentucky, nos EUA, concordou em parar de apresentar orações em suas cerimônias de formatura após uma reclamação da Freedom From Religion Foundation (FFRF), um grupo ateu proeminente que defende uma separação estrita entre Igreja e Estado.

De acordo com um comunicado à imprensa, o consultor jurídico do Pikeville Independent School District disse recentemente à FFRF: “Tive a oportunidade de revisar sua carta em anexo e gostaria de informá-lo de que aconselhei o diretor a abster-se de orações religiosas em futuras formaturas”.

Em julho, a FFRF enviou ao Superintendente das Escolas Independentes de Pikeville, David Trimble, uma carta em nome de um “cidadão preocupado” que relatou que a cerimônia de formatura da Escola Secundária de Pikeville em 2020 incluía três orações lideradas por alunos.

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Bolsonaro quer que escolas ligadas a igrejas recebam verba do Fundeb

Executivo propõe bancar até 15% das matrículas do ensino fundamental e médio, hoje proibidas de receber recursos do fundo, em instituições privadas filantrópicas

BRASÍLIA — O governo Bolsonaro quer abrir o Fundeb, fundo que financia a educação básica, para escolas privadas sem fins lucrativos, incluindo confessionais (vinculadas a igrejas e religiões) e comunitárias (instituídas por entidades com representantes locais, a exemplo de grupo de pais ou professores).

A ideia é estabelecer um teto de 15% do total das matrículas do ensino fundamental e do médio que poderão ser custeadas em instituições privadas filantrópicas com dinheiro do fundo público. Hoje, é vedado usar o recurso para financiar estudantes nessas etapas escolares fora da rede estatal.

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Saiba mais sobre o ano letivo unificado: avaliação em 2021 poderá indicar se aluno avança uma ou duas séries

Conselho que assessora o MEC aprovou resoluções que incluem a possibilidade de unir dois anos letivos em apenas um.

A resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE), aprovada nesta terça-feira (6), abriu a possibilidade de que redes de ensino da educação básica possam unir os anos letivos de 2020 e 2021 quando forem reabrir as escolas. O texto também permite que o ensino remoto seja adotado até o fim do ano que vem.

O documento ainda precisa ser homologado pelo Ministério da Educação (MEC), e a adesão das redes é voluntária. Mas ele abre um caminho para que os currículos sejam adaptados e permite que as escolas que já estão reabrindo planejem a abordagem pedagógica de olho em 2021.

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Ensino remoto pode continuar até dezembro de 2021, diz conselho de educação

Resolução que deve ser aprovada nesta terça-feira permite que calendários escolares atrapalhados pela pandemia possam ser organizados até o ano que vem

O Conselho Nacional de Educação (CNE) deve aprovar nesta terça-feira, 6, uma resolução que permite o ensino remoto nas escolas públicas e particulares do País até 31 de dezembro de 2021. Dessa forma, as redes de ensino podem organizar seus calendários, com reposições de aulas perdidas e avaliações, não apenas até o fim deste ano. O documento, ao qual o Estadão teve acesso, também recomenda que as escolas não deem faltas aos alunos nesse período todo de pandemia.

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Governo mantém defesa do Renda Cidadã e já cogita retirar o Fundeb

Diante da resistência em comprometer recursos que vão para a educação, parlamentares estariam dispostos a ceder nesse ponto

Felipe Salto:Uso de precatórios e do Fundeb para financiar Renda Cidadã gera ‘soluções ‘péssimas’

Nesta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro se defendeu de críticas à medida, acusada por analistas do mercado financeiro e especialistas de contabilidade criativa, já que o benefício não seria custeado com economia real de despesas, mas por meio de uma espécie de endividamento indireto.

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Volta às aulas no País e acesso à internet não são temas do MEC, diz ministro

Milton Ribeiro reconhece que a desigualdade se acentua, mas ressalta que escola é de responsabilidade de Estados e municípios

BRASÍLIA – O ministro da Educação, Milton Ribeiro, reconhece que a pandemia do novo coronavírus acentuou a desigualdade educacional no País, mas disse que este “não é um problema do MEC, mas um problema do Brasil.” Em entrevista ao Estadão, afirmou que não é ele quem precisa resolver a falta de acesso à internet de alunos que não conseguem acompanhar aulas online e se exime da responsabilidade sobre a reabertura de escolas. O papel da pasta será repassar recursos e divulgar um protocolo de segurança.

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MEC prepara protocolo de biossegurança para retorno às aulas presenciais.

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou hoje que a pasta prepara um protocolo de biossegurança para o retorno às aulas presenciais, com foco na educação básica — crianças e adolescentes.

Apesar da continuidade da pandemia do coronavírus, há locais que retomaram parte das aulas presenciais ou se preparam para tanto. O objetivo do protocolo, que servirá como uma espécie de orientação, é evitar que determinadas regiões adotem medidas pouco seguras e a pandemia se propague.

A informação foi dada pelo ministro durante debate de comissão no Congresso Nacional para tratar das medidas para o retorno às aulas presenciais. O assunto já havia sido discutido ontem por Ribeiro com deputados federais de comissão que acompanha o trabalho do MEC.

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