EUROPA – Joia do Cristão Baiano

O assassino de Samuel Paty ‘estava em contato com um jihadista na Síria’

O homem que decapitou o professor de francês estava supostamente em contato com um lutador que fala russo

O assassino de Samuel Paty, o professor decapitado do lado de fora de sua escola na semana passada depois de mostrar para sua classe dois desenhos animados do profeta Maomé, estava em contato com um combatente islâmico na Síria , informou a mídia francesa.

O promotor antiterrorismo da França confirmou na quinta-feira que sete pessoas, incluindo duas crianças em idade escolar, foram acusadas de crimes de terrorismo depois que Abdullakh Anzorov, de 18 anos, matou o professor com uma faca de 30 cm na sexta-feira.

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Bíblia, Alcorão e Torá são satirizados em papéis higiênicos na França

O prédio onde as projeções foram feitas foi cercado por policiais fortemente armados.

Policiais fortemente armados montaram guarda na noite de quarta-feira (21) quando uma cidade francesa desafiou o terrorismo islâmico ao projetar enormes imagens de desenhos animados do Charlie Hebdo em um prédio do governo local.

As projeções, que incluem caricaturas de Maomé, fazem parte de uma homenagem nacional francesa ao professor Samuel Paty, que ocorre na noite de quarta-feira. Paty, um professor de história na área metropolitana de Paris, foi assassinado na sexta-feira por um terrorista imigrante muçulmano porque mostrava os desenhos aos alunos como parte de uma aula sobre liberdade de expressão.

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Assassino pagou para alunos mostrarem quem era o professor que foi decapitado na França, diz promotor

Promotor contra terrorismo afirmou que adolescentes de 14 e 15 anos estão entre as 7 pessoas acusadas pela morte de Samuel Paty. Veja quem são os outros denunciados.

O jovem de 18 anos que assassinou o professor francês Samuel Paty pagou alunos para ajudá-lo a identificar a vítima, afirmou o promotor contra terrorismo da França nesta quarta-feira (21).

Samuel Paty foi atacado e decapitado na sexta-feira (16), nos arredores de Paris, após exibir uma charge do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão. Os muçulmanos acreditam que qualquer caracterização do profeta é uma blasfêmia.

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Após ataque a professor, autoridades da França fecham mesquita perto de Paris

Samuel Paty foi decapitado após mostrar caricaturas do profeta Maomé em sala de aula

PARIS – As autoridades francesas fecharam nesta segunda-feira, 19, uma mesquita em Paris como parte da “guerra contra os inimigos da República”, três dias após a decapitação do professor Samuel Paty.

A mesquita fechada, Pantin, fica no noroeste do país. O ministro do Interior, Gérald Darmanin, disse que o templo havia compartilhado um vídeo denunciando as aulas do professor em sua página oficial no Facebook. O diretor da mesquita também havia escrito na rede social que “este professor deveria ser intimidado”, fornecendo “o endereço da escola”.

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Polícia francesa prende 4 pelo assassinato de professor de História

Vítima, decapitada pelo agressor, tinha mostrado aos alunos caricaturas do profeta Maomé numa aula sobre liberdade de imprensa.

Os detidos, inclusive um menor de idade, fazem parte do círculo familiar do agressor, morto a tiros em Eragny, cidade vizinha a Conflans-Sainte-Hororine, local do crime, disse a polícia. Os investigadores chegaram a eles ao fazer buscas pesquisar a identidade do assassino, que não teve o nome confirmado. A Procuradoria Nacional Antiterrorista, criada no ano passado, abriu investigação por “assassinato relacionado à atividade terrorista”.

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Presidente da França diz que “Islã é uma religião em crise”

O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta sexta-feira (02/10) um plano para defender o que chamou de valores seculares de seu país e coibir o islamismo radical. Ele ainda afirmou que o Islã é uma religião atualmente em crise.

Durante o anúncio, Macron prometeu defender o país do que classificou de “separatismo islamista” que, segundo ele, ameaça tomar o controle de algumas comunidades islâmicas. “Há uma crise do Islã em toda parte, que está sendo corrompida pelo radicalismo”, disse. Ele, porém, admitiu que o país é responsável pela forma como a prática da religião se desenvolveu nos últimos anos.

O presidente francês disse ainda que seu governo apresentará em dezembro um projeto de lei para reforçar uma legislação de 1905 que estabelece oficialmente a separação entre a Igreja e o Estado. A França segue uma filosofia rígida de secularismo chamada de laïcité, que separa a religião da vida pública.

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